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Capa Sociologia - Para ler os clássicosComprar Livro Sociologia - Para ler os clássicos
  • Preço
  • 34.00
  • Nº Páginas
  • 256
  • ISBN
  • 9788588338524
ApresentacaoAutorLivroFragmentos

ensaio > Sociologia - Para ler os clássicos

Reunião dos mais importantes comentários sobre as obras de Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber, com textos de autores do porte de Steven Lukes, Alessandro Pizzorno e Karl Jaspers. Um livro fundamental para estudantes, pesquisadores e interessados em geral na história do pensamento sociológico, em edição revista e ampliada.
Sobre Durkheim, escrevem: Steven Lukes - sociólogo inglês especialista em Durkheim. Alessandro Pizzorno - italiano, sociólogo, possui respeitados trabalhos em teoria social, especialmente em análise política. Sobre Max Weber, escrevem: Karl Jaspers - filósofo alemão que conviveu com Weber nos planos, intelectual e pessoal. Wolfgang Mommsen - historiador alemão não alinhado com a ortodoxia weberiana, comparece com um ensaio sobre a influência de Nietzsche sobre Weber. Sobre Marx, escrevem: Alfred Schmidt - autor alemão filiado à Escola de Frankfurt, de Adorno e Horkheimer. Norman Geras - colaborador da New Left Review, importante revista inglesa.
Mas as normas e instituições não eram as únicas formas em que Durkheim reconhecia os fatos sociais como identificáveis independentemente de suas encarnações individuais. As estatísticas de casamento, suicídio ou taxas de natalidade registram "correntes de opinião" (cuja intensidade varia de acordo com a época e o país), já que ele acreditava que nos dados estatísticos as circunstâncias individuais se anulavam mutuamente. Durkheim apontava, com isso, as causas sociais (inferidas a partir de estatísticas) que, segundo afirmava, influenciam o comportamento individual. Bases para a interpretação de Durkheim (Steven Lukes). É por isso que Max Weber, como sociólogo empírico, é contra conceitos metafísicos como o de "espírito de um povo" ou o da idéia como uma força presente, assim como é contra a noção de um desenvolvimento necessário e contra a concepção materialista da história como definição cabal do curso da história universal. Nenhuma visão da totalidade da história humana, nenhuma construção da história mundial lhe é permitida. Ele se restringe a uma interminável penetração metódica no real através da pesquisa empírica. Nenhuma totalidade se completa. Se ele tivesse um sistema, só poderia ser um sistema de métodos e conceitos básicos para cada caso. Mas mesmo esse sistema fechado de conceitos não é um alvo sensato (...). Método e visão do mundo em Weber Karl Jaspers). De tudo isto resulta que para a teoria de Marx, cuja primeira tarefa, aliás, não é construir a história total da humanidade, mas sim rastrear a lei do movimento econômico da sociedade moderna, a rigor há apenas duas dialéticas verdadeiramente históricas: a da passagem mais ou menos revolucionária, conforme as realidades nacionais, da era antiga-feudal para a burguesa e a da passagem catastrófica-libertadora desta para a socialista. É claro que a ênfase mais pesada recai sobre esta última. História e natureza em Marx (Alfred Schmidt).
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