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Capa Signos e Poderes em NietzscheComprar Livro Signos e Poderes em Nietzsche
  • Preço
  • 28.00
  • Nº Páginas
  • 200
  • ISBN
  • 9788588338425
ApresentacaoAutorLivroFragmentos

ensaio > Signos e Poderes em Nietzsche

Neste já clássico ensaio sobre o pensamento do filósofo alemão, escrito no início da década de 1970, Leon Kossovitch tem a ousadia de sustentar uma interpretação em chave própria, dotada de amplo fôlego especulativo, capaz de estabelecer ligações orgânicas entre as grandes linhas de força do pensamento de Nietzsche. Um livro impressionante, que é leitura obrigatória para todos os interessados na obra de Friedrich Nietzsche.
Leon Kossovitch possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1969), graduação em Engenharia pela Escola de Engenharia do Triângulo Mineiro (1965), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1970) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1982). Atualmente é professor doutor da Universidade de São Paulo. Sua principal área de docência e pesquisa é Estética.
Para a história da pesquisa sobre a obra de Nietzsche no Brasil, a publicação ora levada a efeito, em nova edição, de “Signos e poderes em Nietzsche”, de Leon Kossovitch, talvez só encontre paralelo, em termos de significação e relevância filosófica, no pioneirismo e na extraordinária originalidade que marcou o surgimento desse trabalho. Kossovitch insere Nietzsche no diálogo tenso com os grandes filósofos da tradição, como Leibniz e Spinoza, Platão e Mallebranche, Pascal e os pré-socráticos. Seu livro não nos apresenta o Nietzsche edulcorado e anódino dos pós-modernos – o que só é possível pela elisão dos temas incômodos (mas genuinamente nietzscheanos), como o da seleção e da hierarquia, da crítica da democracia e da moderna barbárie civilizada. Ainda que principalmente centrado no derradeiro período da produção filosófica de Nietzsche, “Signos e poderes em Nietzsche” oferece uma interpretação global do pensamento nietzscheano. Oswaldo Giacóia Júnior
“O mais vivo no discurso nietzschiano, a sua incontornável virulência. É que Nietzsche não escreve para ser consumido: a escrita é, para ele, o que consome o leitor. Discurso triunfante - mas a presa de Nietzsche nunca é qualquer um. A comunicação que a escrita instala é da ordem do dom; Nietzsche é o místico da linguagem. Exigência capital: doar, mas, no próprio ato, selecionar o leitor.”