Pagina Inicial - Azougue Editorial
BlogNewsletter
Buscar
Capa Mitologia do KaosComprar Livro Mitologia do Kaos
  • Preço
  • 80.00
  • Nº Páginas
  • 1330
  • ISBN
  • 9788588338128
ApresentacaoAutorLivroFragmentos

literatura > Mitologia do Kaos

Edição luxuosa da obra literária de Jorge Mautner - Mitologia do Kaos - em três volumes. Os dois primeiros trazem a obra literária completa de Mautner, composta por doze livros, entre eles, Deus da Chuva e da Morte, vencedor do Prêmio Jabuti de 1972, e o inédito Floresta Verde Esmeralda. O terceiro volume - Trajetória do Kaos - traz rica iconografia do autor, além de textos que compõem sua biografia. A caixa traz ainda como brinde um CD inédito com canções do autor, parceiro, entre outros, de Gilberto Gil e Caetano Veloso.
Henrique George Mautner nasceu no Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 1941, filho de judeu austríaco. Seu livro de estréia, “Deus da chuva e da morte”, ganhou o prêmio Jabuti de 1963. Exilado pela ditadura militar, morou entre 1967 e 1971 em Nova York. Foi nessa época que conheceu, em Londres, Caetano Veloso e Gilberto Gil, o que lhe motivou a dirigir um filme estrelado por eles, “O demiurgo”. De volta ao Brasil, iniciou uma parceria musical com Nelson Jacobina, que já dura mais de trinta anos e lhe rendeu oito discos e clássicos do porte de “Maracatu atômico”, música regravada por Gilberto Gil e Chico Science & Nação Zumbi, entre outros. Em 2002 lançou “Eu não peço desculpa”, disco em parceria com Caetano Veloso, e sua obra literária completa, “Mitologia do Kaos”.
Jorge Mautner é profético e messiânico. Ele aponta para uma utopia, o mais precioso de todos os bens culturais. Paulo Leminski A obra de Mautner é uma das mais estranhas e interessantes da atual literatura brasileira. Mário Schenberg Se eu fosse me definir, eu diria que sou do Kaos com K do Jorge Mautner, isto é, se ele permitir. Glauber Rocha
Kaos é o anti cor de rosa, é Marx + Nietzsche, é a chegada do irracional num mundo economicamente satisfeito. No dia da fartura econômica virá sobre o mundo o grande delírio do sangue e do sexo. Surgirá de novo que nem na Grécia Arcaica o tã-tã selvagem das canções de Dionisius-Exu e de outros deuses asiáticos. Não haverá deuses, o deus será o próprio homem que se agoniará à procura do grande mistério que restou: a morte. Claro, a Humanidade avançou, porém estaremos num momento paralelo ao momento em que a tragédia começou na Grécia e a figura mítica de Dionisius era o símbolo do homem trágico. O super-homem de Nietzsche gritará pelo mundo seu grito de dor. Kaos = conflito criador.