A arte da prudência (Baltasar Gracián; José Viegas Filho; Ivan Pinheiro Machado. L&PM) [PHI000000]

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    "Se O príncipe, de Maquiavel, tinha o objetivo de ensinar a mandatários a arte de bem governar, o livro de Baltasar Gracián, escrito há mais de 370 anos, foi pensado como um guia prático para orientar e aconselhar o homem comum perante os desafios da vida. Esta obra lapidar reúne trezentas máximas espirituosas de fundo moral que vão desde “Não brilhar mais que o superior” e “Encontrar o ponto fraco de cada um” até “Selecionar os amigos” e “Não amar nem odiar para sempre”. Ao lado do padre Antonio Vieira e de Quevedo, a literatura de Gracián se insere no conceptismo – vertente barroca que priorizava a lógica, a clareza de conceitos, agudeza de pensamento e persuasão retórica – e foi reverenciada por nomes como La Rochefoucauld, Schopenhauer (que o traduziu para o alemão) e Friedrich Nietzsche. Nesta que é sua obra mais difundida, o pensador oferece conselhos primorosos que permanecem válidos e atuais. Baltasar Gracián (1601-1658) foi um pensador e escritor jesuíta do Século de Ouro Espanhol. Lecionou teologia e humanidades, participou da Sublevação da Catalunha e escreveu, além de A arte da prudência (1647), El criticón (1651-1657), que também figura entre suas principais obras." "1) Interessará a leitores de A arte da guerra, O príncipe e 36 estratagemas (todos publicados pela L&PM Editores). 2) Escrito como um manual de sabedoria sobre como se comportar em diversas situações da vida, com trezentos conselhos curtos sobre relações interpessoais e de poder, sobre como agir e se posicionar, que podem ser aplicados também ao mundo dos negócios, como nos tópicos: “Não brilhar mais que seu superior”, “Deixar o jogo enquanto se tem a vantagem”, “Saber usar os inimigos”. 3) É a obra mais conhecida de Baltasar Gracián, pensador e teólogo jesuíta do chamado Século de Ouro Espanhol. 4) O autor fazia parte do que hoje se chama de “conceptismo” - escola barroca que priorizava a limpidez de conceitos e a arte retórica acima de tudo (outro expoente é o Padre Antônio Vieira). Suas frases são cristalinas, e a tradução de José Viegas Filho do espanhol consegue transmitir essa exatidão conceitual ao mesmo tempo que mantém a elegância estilística. Alguns aforismos seus mundialmente conhecidos: “O desprezo é [...] a mais sutil das vinganças”, “A verdade sempre vem por último, atrasada e manca”. 5) Livro de consulta, que pode ser trabalhado como obra de aperfeiçoamento pessoal/ autoajuda."

    • ISBN : 9788525438669
    • Formato 178.0 x 107.0
    • Peso 0.141
    • Páginas 176
    • Disponível em 2019-09-05
    • Book status

    Baltasar Gracián

    Baltasar Gracián (1601-1658) foi um pensador e escritor jesuíta do Século de Ouro Espanhol. Lecionou teologia e humanidades, participou da Sublevação da Catalunha e escreveu, além de A arte da prudência (1647), El criticón (1651-1657), que também figura entre suas principais obras.